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	<title>Blog Prolegis</title>
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	<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 16:20:58 +0000</pubDate>
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		<title>A decisão do S.T.F sobre a lei do Ficha Limpa</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 16:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clovis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
 
*Eduardo Mirabile
 
A recente decisão do Supremo Tribunal Federal de validar a lei do Ficha Limpa apenas para as próximas eleições se por um lado consolida e deixa transparecer de forma inequívoca a maturidade do Estado de Direito em nosso País por outro revela a resistência e a timidez para mudanças radicais que o País e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"><strong>*Eduardo Mirabile</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">A recente decisão do Supremo Tribunal Federal de validar a lei do Ficha Limpa apenas para as próximas eleições se por um lado consolida e deixa transparecer de forma inequívoca a maturidade do Estado de Direito em nosso País por outro revela a resistência e a timidez para mudanças radicais que o País e a sociedade tanto exigem de nossos representantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">A decisão aponta para um avanço em duas frentes: primeira no sentido de que a lei é constitucional e portanto valores morais e éticos são resguardados dentro da interpretação constitucional, com a ressalva porém, de serem válidos apenas para as próximas eleições. O segundo aspecto salutar é o da estrita observância do princípio da legalidade, onde não há mais espaços para “casuísmos” tão comuns nas épocas de regime autoritário.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">Assim, numa aparente contradição, a Corte Suprema na defesa intransigente do Estado de Direito, pilar da democracia, abre mão da lei justa, correta, ética e moral, anseio da sociedade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">Essa opção do Judiciário acaba por afastar um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, explicitado no art. 3º, I, da Constituição Federal que é a construção de uma sociedade justa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">Assim, a justiça não pode ser considerada apenas um critério valorativo, subjetivo ou filosófico, mas sim a própria razão de ser do Estado Brasileiro. Esse Estado Brasileiro existe com o objetivo de ser justo e portanto com leis justas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">Permitir a validade da lei apenas para as próximas eleições é adiar, postergar um dos objetivos do Brasil contidos em sua Carta Magna. Nunca é tarde para lembrar que os brasileiros tem pressa.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> ______________________________________________________________________</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong><em><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">* O Autor  é M</span><span style="font-family: Verdana; font-size: 12pt; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial;">estre em Direito, advogado especializado em direito securitário e de transportes. Professor de direito da UNINOVE e da UNICASTELO, membro do Núcleo Docente Estruturante da Faculdade de Direito. </span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
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		<item>
		<title>Na omissão do Congresso, o STF é obrigado mais uma vez a legislar</title>
		<link>http://www.prolegis.com.br/blog/?p=41</link>
		<comments>http://www.prolegis.com.br/blog/?p=41#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 20:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clovis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PENSANDO ALTO]]></category>

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		<description><![CDATA[*Clovis Brasil Pereira

Mais uma vez, por omissão dos deputados federais e senadores da república, o STF está sendo provocado a exercer função legislativa, o que tem sido comum no país, notadamente após a promulgação da Constituição Federal de 1988.
 
Isto porque, a corte constitucional tem competência para julgar  mandado de injunção, instrumento criado pelo legislador constituinte, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"><strong>*Clovis Brasil Pereira</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Mais uma vez, por omissão dos deputados federais e senadores da república, o STF está sendo provocado a exercer função legislativa, o que tem sido comum no país, notadamente após a promulgação da Constituição Federal de 1988.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Isto porque, a corte constitucional tem competência para julgar<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>mandado de injunção, instrumento criado pelo legislador constituinte, para proteger o cidadão da omissão legislativa em matérias previstas pela Constituição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Ocorre que <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>os senadores e<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>deputados federais, embora já passados mais de 21 anos, não regulamentaram por legislação ordinária, como lhes competia, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>o artigo 7º da Constituição Federal, que assevera que todo trabalhador tem direito ao aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de 30 dias, o que vem sendo observado pelo empregador, independentemente do período em que o funcionário trabalhou na empresa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">O STF foi provocado atendendo pedido de quatro trabalhadores demitidos pela mineradora Vale, os quais pleiteavam o direito ao aviso prévio proporcional, sendo que um deles, <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>trabalhou quase 30 anos na companhia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><br />
<span style="font-size: small;">No julgamento do caso, na falta de consenso para a definição de um mecanismo para ser aplicado na fixação do aviso prévio, o plenário do STF decidiu suspender o julgamento, para que os ministros tenham tempo para analisar e escolher a melhor opção a ser adotada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Fica a dúvida, no entanto, se a orientação a ser definida, atenderá especificamente os quatro trabalhadores que ajuizaram o mandado de injunção, ou se a medida se estenderá aos demais trabalhadores, até que o assunto seja discutido e regulamentado definitivamente pelo Poder Legislativo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">A sociedade brasileira, precisa de <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>uma resposta<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>pronta dos senadores e deputados federais,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>neste e em outros casos previstos<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>na Constituição, e pendentes da necessária <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>regulamentação,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>para a plena estabilidade do Estado Democrático de Direito, notabilizado pela característica de que cada poder constituído, deva <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>cumprir especificamente sua função primordial, ou seja:<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>ao Poder Legislativo, legislar; ao Poder Executivo, governar; e ao Poder Judiciário, apenas o de <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>julgar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;">________________________________________________________________________________</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"><strong><em>*O autor é advogado, mestre em direito, professor universitário e editor responsável do site jurídico </em></strong><a href="http://www.prolegis.com.br"><strong><em>www.prolegis.com.br</em></strong></a><strong><em> </em></strong></span></span><span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 18pt;"><strong><em> </em></strong></span></p>
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		<title>Exame da OAB reprovou 88% dos candidatos</title>
		<link>http://www.prolegis.com.br/blog/?p=36</link>
		<comments>http://www.prolegis.com.br/blog/?p=36#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 19:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clovis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PENSANDO ALTO]]></category>

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		<description><![CDATA[*Clovis Brasil Pereira

A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou a estatística do resultado do exame unificado, realizado no final de 2010,  apontando que 88% dos acadêmicos inscritos, foram reprovados. 
 
A noticia, como era de se esperar,  ganhou grande repercussão na mídia, apontando para o despreparo dos candidatos e a pouca eficiência dos Cursos de Direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong>*Clovis Brasil Pereira</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou a estatística do resultado do exame unificado, realizado no final de 2010,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>apontando que 88% dos acadêmicos inscritos, foram reprovados. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">A noticia, como era de se esperar,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>ganhou grande repercussão na mídia, apontando para o despreparo dos candidatos e a pouca eficiência dos Cursos de Direito no país.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Um dado alarmente que foi muito destacado, é que 90 Instituições de Ensino, não tiveram nenhum aluno aprovado no referido exame.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O assunto merece uma reflexão cuidadosa, e não podemos,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>simplesmente, colocar a culpa na qualidade do ensino ministrado nas diversas <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>instituições de ensino. Tenho convicção, que o baixo índice de aprovação, coloca em debate o nível de conhecimento exigido nos exames da OAB.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Assim, se de <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>um lado, os acadêmicos não conseguem aferir um grau de conhecimento exigido, não é menos verdade, que o nível de exigência do exame, notadamente na prova prática, muitas vezes tem complexidade exagerada, que não pode ser superada, não apenas pela falta de conhecimento, mas pela sua grande complexidade, o pouco tempo para pesquisa e para elaboração da peça processual.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Há quem diga, inclusive, que muitos advogados, ou operadores do direito em geral,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>com alguns anos de experiência profissional, se fossem submetidos à mesma prova, não conseguiriam aprovação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Frise-se ainda, que além do conhecimento específico, os candidatos enfrentam um<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>embate a nível psicológico, em situação de acentuado<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>stresse, pela responsabilidade em obter a aprovação, com o receio natural da cobrança no seio da própria família, dos amigos e<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>colegas de trabalho em geral. Afinal, são cinco anos de estudo cobrados num único exame, cujo resultado negativo, acaba estigmatizando o candidato.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Acreditamos que não podemos analisar a questão de modo simplista, culpando simplesmente a qualidade do ensino ministrado, sem questionar<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>se o nível de exigência nos exames da OAB, não se mostra inadequado para a habilitação<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>dos bacharéis<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>ao exercício da almejada profissão de advogado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Entendo que numa equilibrada análise da pesquisa divulgada pela OAB,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>não devemos remar,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>nem tanto à terra, nem tanto ao mar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">_______________________________________________________________________</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"><strong><em></em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; color: #333333;"><span style="font-size: small;"><strong><em>*O autor é advogado, mestre em direito, professor universitário e editor responsável do site jurídico </em></strong><a href="http://www.prolegis.com.br"><strong><em>www.prolegis.com.br</em></strong></a><strong><em> </em></strong></span></span><span style="font-family: Arial; color: #333333; font-size: 18pt;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana;"></span></p>
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